11 de julho de 2018

Verborragia

Gente, será que eu ainda sei escrever? Toda vez é a mesma coisa, eu escrevo, apago, daí eu coloco uma música no Spotify para ver se me anima e me inspira, para escrever nesse meu cantinho que a internet e a modernidade tem me dado desde de 2014. 
Mas meus q-ridos, nada mudou viu? Quer dizer, nada mudou desde do começo do ano, se eu parar para fazer uma reflexão do que mudou desde de quando eu comecei a escrever sobre mim e minha vida lá no comecinho, muuuita coisa mudou. É até assustador pensar sobre isso. Quando eu comecei a escrever por aqui, eu quis escrever sobre minha vida, minhas opiniões, e me desabafar também, afinal isso aqui é o meu diário.

Já é difícil eu escrever aqui, agora imagina quando não se tem leitores?  Um dos meus problemas em conseguir leitores no meu blog, é que eu tenho que descrever meu dia a dia de uma maneira que prende a atenção, e muitas as vezes é difícil, e admito foram poucas as vezes que eu consegui. Ainda mais quando se tem What's App, Instagram e Facebook com seus stories-, essas novas modernidades nas redes sociais derrubaram o que ainda restavam de blogueiros como eu tentando escrever sobre nossos dias. Para que ler o dia de uma pessoa quando na realidade você pode ver de uma forma rápida em um simples stories?

Entretanto, aquelas historinhas somem após vinte e quatro horas, e se o que que eu escrevo é uma verborragia total, imagine um stories que some para a vida toda? Eu prefiro escrever sobre coisas que na realidade não vão acrescentar nada na vida de vocês-, *pausa para pensar* *respirando* *voltando a escrever* bom, na realidade eu tento acrescentar algo sim, conhecimento.

Lembra quando eu comecei? Eu me achava o falante da língua Inglesa e dizia que ia postar dicas de Inglês, compartilhava músicas, filmes, falava até sobre os meus sonhos mais profundos.. Tanta coisa eu já escrevi ao longo desses 5inco anos de blog, Brasil. E eu não posso desistir de tudo isso aqui agora.

Será que depois de finalmente eu aceitar que para continuar escrevendo no blog será uma resistência total, não só minha mas sim do Google que também está resistindo para deixar a plataforma blogger "on air"?
Sim ou não? Digam suas opiniões nos comentários abaixo!

22 de fevereiro de 2018

Desvaneio de Astrologia!

Se tem um negócio nesse lance chamado vida que move as pessoas é o tal dos signos do zodíaco, acreditamos que por nascer em certo horário, dia e mês adquirimos certas características dado pelo o signo do momento. A prova real do que eu disse é quando interrompemos alguém para perguntar "Qual é o seu signo mesmo?" na intenção de compreender melhor a decisão que fulano tomou em certa situação.

Uma coisa que eu aprendi com a astrologia foi culpar todas as minhas falhas por conta do meu signo; Eu sou lerdo, me apego demais as pessoas, crush mandou um "oi" já me vejo no nosso casamento, sonho alto e tantos outros defeitos-, confesso que eu amo culpar as estrelas por eu ser assim, posso não acreditar cem por cento, mas se posso usar isso como desculpa, why not?

Vocês já pararam pra pensar que se eu tentar mudar esses traços do meu signo (lerdeza, apaixonado, lunático e trousha) toda a luta será em vão? Afinal, segundo a astrologia eu nasci com ele, e por mais que eu tente mudar o meu signo não permitirá pelo o simples fato dele ser assim-, é uma locura pensar assim, eu sei.

Será que eu devo apenas aceitar esses traços impostos ou tentar mudar mesmo sabendo que será em vão?

4 de fevereiro de 2018

Corre, corre, erê.

Em março eu faço 19 anos, e para quem me acompanha sabe que foi e está sendo difícil a transição de adoslecente para adulto, e agora as coisas ficarão um pouco mais grave, pois é neste ciclo que está chegando que as coisas começam a trilhar/fixar.

Finalmente estou aprendendo a lidar com o mundo adulto e seus privilégios, mas também estou ficando ciente do quão difícil é conseguir seu lugar nessa sociedade, e não vou  nem citar que tudo fica milhões de vezes mais difícil quando você é preto e gay.
 
Chegou um momento no qual eu percebi que ficar me predendo ao passado feat. lamentando não resultará em absolutamente nada. Meus colegas se formaram, alguns inclusive já estão na faculdade, e minha vida apenas ficou parada no tempo. É como diz Karol Conka: corre, corre, erê.

Ademais, tenho metas para serem cumpridas, um ano escolar para me recuperar, e um blog que me aguarda ansiosamente para contar esse novo ciclo que já devia ter inciado.

Esse momento é meu, 2018 será o ano que definitivamente vou me curar da depressão e das crises de ansiedades que me cercam, estou cheio de otimismo e esperança, eu sei que vou conseguir bater minhas metas este ano.

Todo começo de ano é assim, mas espero que dessa vez seja diferente. Eu vou conseguir, amém?!

18 de novembro de 2017

Só para constar

Que 2016 foi um dos piores anos da minha existência talvez se não o pior, todos nós já sabemos. Escrevi inúmeros desabafos que nunca foram postados para não encher o meu querido diário de coisas negativas, tinha meus motivos naquela fase para não postar.

Eu devia ter escrito sobre as coisas do qual me preocupavam e dos meus problemas reais, seria um modo de conseguir desabafar-me já que nunca gostei de compartilhar de fato os meus "pensamentos perturbadores". Sempre achei que as pessoas terão problemas maiores para se preocuparem, não que eu queira que elas tomem dos meus problemas o delas, ao contrário, mas a verdade é que no fundo elas vão fingir se importar e entender quando não dão a mínima. Eu posso falar da minha dor, mas você jamais irá entender.

Entretanto, naquele época eu não tinha a mínima vontade de expor meus medos e minhas tristezas aqui-, não quis deixar meu blog parecido com aqueles Tumbrls de garotos e garotas depressivXs, não tenho nada contra, apenas não deixaria meu blog assim. Opinião é uma coisa que muda constantemente, posso pensar assim agora e daqui um tempo me desmontar de palavras melancólicas com vocês.

Ainda penso se devo realmente dar tanta ênfase nesse ciclo ruim no qual estou passando, não sei se eu decido quando e como isso acaba. É horrível não ter autoestima, não pensar em futuro, faculdade e ser alguém na vida. Simplesmente não dou a mínima para a minha vida, e espero que as pessoas façam o mesmo.

5 de outubro de 2017

Sobre eu ter 18 anos

É difícil essa questão de eu ter a idade que tanto sonhava quando era criança-, a grande verdade da minha vida é que quando era criança e via-me limitado por minhas mães, deseja crescer logo para eu poder fazer o que bem 'entendia' da vida. E hoje que eu 'posso' fazer o que quiser sinto falta da tal limitação. 

O fato de eu ter 18 anos me faz relembrar e sentir saudades da época quando minha única preocupação era de não dormir no sofá, para que minha mãe não tivesse que me levar no colo para á cama-, a preocupação de agora é não conseguir alcançar todos os meus objetivos que tenho pra mim. É uma mudança que pra você possa parecer pequena, mas nesse momento da minha vida, a onde todos estão cobrando de mim, ficam dizendo o que eu devo fazer e o que não fazer, é horrível e me assusta; Se eu soubesse que a vida iria exigir muito mais do que minhas forças estão a oferecer, eu preferia nem ter nascido, não ter vida-, isso pode soar algo depressed pra você, entretanto não tenho a minima vontade de viver nessa sociedade a onde você só é alguém se tiver uma boa profissão e tiver dinheiro. Não nasci pra fazer parte deste roteiro tão decorado quando uma peça de teatro.

Talvez pela pessoas ao meu redor perceberem esse desanimo feat. medo de aceitar que eu cresci, elas acabam cobrando de mim mais por obrigação. Eu entendo que não querem que eu tenha uma qualidade de vida ruim, é que só tenho medo de aceitar todas essas respondibilidade que vem unicamente e exclusivamente com os 18 anos, apenas.

Sinto também que eu nunca acompanhei a minha idade, sempre gostei de ser maduro e ~fazer coisas de adulto~ antes da hora, e agora que eu cheguei no momento da minha vida de realmente ser maduro e ter a vida de boêmio, eu só quero abrir o Youtube e ouvir palavra cantada, sinto como se tivesse acontecido o efeito contrario comigo; quando criança queria ser adulto, e fazia coisas de adulto, agora que sou adulto quero ser criança e fazer coisas de criança.

A verdade é que estou inseguro, com medo, e essa não aceitação que cresci. Simplesmente quero brincar na rua como se não houvesse amanhã, quero brincar com terra, ir a parques, e ouvir todos aqueles conto de fada que minha mãe me contava antes de dormir.